A inflação vai além dos tomates.

11/04/2013 16:06

                        

 A febre nacional: dizer que o tomate está caro demais. Claro, o preço subiu e as donas de casa logo viram que a saladinha ficaria mais cara. Mas a pergunta que não quer calar: você notou que o tomate não foi o único? 

 A inflação é geral, galera. Portanto, sair do Face de vez em quando e ler um jornal fará com que entendamos que houve uma queda nas vendas de todo o País, o aumento dos preços que pressionam a inflação. Obrsemvem que as vendas caíram 0,2% em fevereiro deste ano ante o mesmo mês em 2012.

 Mas, se a demanda diminiu é porque antes disso, os preços subiram. Isto ninguém pode negar. Os preços da alimentação domiciliar subiram 13,9%. Então, o nosso bom e velho tomatinho não é o único. Também temos assistido aos preços das carnes irem à lua quando vamos comprar um quilo para o churrasquinho do domingo.

 Porém, o que mais pesou no nosso bolso não foi somente o aumento nos preços dos alimentos. O impacto de preços foi ainda mais sentido no setor de combustíveis. Segundo a técninca do IBGE, só neste ano tivemos dois reajustes nos preços dos combustíveis. Este aumento no preço dos combustíveis tem impacto direto na atividade dos supermecados, uma vez que torna o frete mais caro. Logo, comprar pela internet com frete ficará mais caro também. 

 E a nem tão boa nova aos paulistas: Alckimin e Haddad anunciaram hoje que as tarifas de ônibus, metrô e da CPTM devem subir juntas no mês de junho. Mais uma vez incentivando o uso do transporte público e a dimunuição do uso de carro particulares que aumentam o tráfego, "só que não".

 É, brasileiros, leitores desta coluna e amigos da Ninna, convenhamos que o bom e velho juros altíssimo nunca deixará a história do nosso País. O tamate não é nossa única dor de cabeça, afinal!